Configuração da rodada
Cada rodada tem uma janela Configuração da rodada, aberta pela engrenagem da rodada. Nela você escolhe de onde vêm os arquivos de entrada que não pertencem aos Cards: deck base, cortes, hidrologia, programação GNL e armazenamento inicial (EARM). Cada escolha fica registrada com a versão exata do arquivo, e as dependências aparecem no grafo da trilha.
A janela organiza as opções nas seguintes abas:
| Aba | O que mostra |
|---|---|
| Visão geral | Prontidão da rodada, pendências da estrutura, estado técnico e histórico de revisões e tentativas. |
| Montagem do deck | Deck base, NEWAVE de formação (RV0 DECOMP), DADGNL e Cards da rodada. |
| EARM inicial | Fonte dos volumes iniciais e ajuste de armazenamento. |
| Hidrologia | PREVS, VAZOES.DAT e deck GEVAZP (DECOMP), ou DADVAZ (DESSEM). |
| Encadeamento | VAZPAST e ADTERM (NEWAVE). |
| Execução | Arquivos de cortes (DECOMP), versões dos executáveis e tentativas de tratamento de inviabilidades. |
Em um DECOMP importado, o deck já vem pronto, e a janela mostra Visão geral, Montagem do deck e Execução. A montagem permite escolher os Cards da rodada, com catálogo e sequência próprios, sem controles de formação do deck. Rodadas DESSEM mostram Visão geral e Execução.
Para aplicar um Card a um DECOMP importado, abra Montagem do deck, encontre o Card no catálogo e adicione-o à sequência da rodada. Salvar alterações registra a revisão desejada; confira a prévia dos Cards e, em Visão geral → Estado técnico, use Aplicar ao deck para confirmar a aplicação. A execução do modelo continua sendo uma ação posterior.
Para saber o que cada status da rodada significa, veja Status de rodadas e estudos.
Salvar alterações
As alterações ficam como rascunho até você clicar em Salvar alterações, no rodapé da janela. Use Desfazer alteração para descartar só a edição de uma seção. Ao salvar, o Portal confere cada arquivo escolhido no Gitea, fixa a versão e monta os arquivos afetados de novo.
Se você mudou mais de uma entrada, o Portal conclui cada mudança antes de começar a seguinte. Se uma falhar, as seguintes continuam como rascunho na janela para você revisar; nada é publicado sobre uma configuração intermediária.
Se a rodada já tiver resultados ou tentativas, o Portal pede confirmação antes de invalidar os resultados e montar o deck de novo. Enquanto a rodada estiver sendo preparada, a configuração fica bloqueada.
Escolher arquivos no Git
Os campos de arquivo aceitam um arquivo escolhido na navegação do Git ou um
caminho colado no formato org/repositório/pasta/arquivo, inclusive a URL do
arquivo no Gitea. Se já houver uma pasta selecionada, basta colar o nome do
arquivo. Um caminho inexistente aparece como erro na própria seção.
A navegação abre na organização, no repositório e na pasta da fonte já salva.
Uma fonte da org-exemplo abre em org-exemplo, mesmo que o estudo seja de
outra organização, e fontes compartilhadas podem continuar em org-myria.
Salvar sem mudar a fonte mantém a versão fixada. Ao trocar organização, repositório, pasta ou arquivo, a nova fonte é conferida e recebe uma nova versão antes da montagem. Se a versão fixada deixar de existir no Gitea, a montagem mostra um erro; o Myria não usa a versão atual no lugar dela.
Rodadas DECOMP
Deck base e NEWAVE de formação
Em Montagem do deck, a seção DECOMP base mostra o deck de origem. Use Trocar origem ou Escolher no Git para mudá-lo.
Uma RV0 gerada pelo Myria também mostra Newave de formação: o NEWAVE usado para formar o deck dessa RV0. Essa escolha é independente dos arquivos de cortes usados na execução. Quando as duas apontam para o mesmo NEWAVE, o grafo mostra uma só ligação; quando apontam para NEWAVEs diferentes, mostra duas.
Trocar o NEWAVE de formação monta de novo a RV0 e as revisões geradas a partir dela, em ordem, inclusive nos meses e anos seguintes. A propagação para ao encontrar um DECOMP importado. Para preservar a cadeia atual, duplique o estudo antes da troca.
Uma RVx é montada a partir do DECOMP anterior e não tem NEWAVE de formação. A formação herdada continua no deck; os Cards podem alterar as restrições herdadas, mas um Card que tente criar uma nova formação é recusado. Um DECOMP importado também não tem NEWAVE de formação.
Arquivos de cortes
Em Execução, a seção Arquivos de cortes define o par
cortesh.dat/cortes.dat usado na execução. Em Obtenção, escolha:
| Opção | Quando usar |
|---|---|
| Usar cortes de um Newave | Escolha em Newave de execução uma rodada NEWAVE do estudo ou use Escolher Newave para um NEWAVE no Git. |
| Usar cortes do DECOMP importado | Só para DECOMP importado: mantém o par de cortes que veio com o deck. |
Com uma rodada NEWAVE do estudo, o Myria usa os resultados dela; se ainda estiverem pendentes, a rodada DECOMP espera. Com um NEWAVE externo, o Myria usa a versão atual do Git no início de cada execução e registra qual versão foi usada. Cortes antigos não substituem a fonte escolhida.
Trocar os cortes afeta só a próxima execução e não monta o deck de novo.
DADGNL
Em Montagem do deck, a seção DADGNL define a programação GNL:
| Opção | Efeito |
|---|---|
| Rolagem do DADGNL base | Reescreve o bloco GL para as semanas do mês da rodada, preservando TG, GS e NL. |
| DADGNL base + RELGNL | Lê um relatório RELGNL (relgnl.rvN ou relgnl.dat) do Git e reescreve só o bloco GL do DADGNL base. |
| DADGNL base + BENGNL | Lê um relatório BENGNL (bengnl.csv ou bengnl.dat) do Git e reescreve só o bloco GL do DADGNL base. |
| Substituição de DADGNL | Usa o arquivo DADGNL que você escolher. |
| Usar DADGNL do deck base | Mantém o dadgnl.rv0 ou dadgnl.dat do deck base sem alterações. |
A rolagem e as opções RELGNL e BENGNL usam o calendário de semanas lido do
DADGER do deck. Se esse calendário não puder ser lido, a execução é recusada
com decomp_dadgnl_calendar_unavailable: confira o DADGER do deck base.
Os comandos gerados conservam o subsistema de cada usina informado no cadastro do DADGNL base. Uma usina sem cadastro bloqueia a preparação.
Na cadência mensal, a programação também cobre os meses de antecipação exigidos pelo cadastro de cada usina. O DADGNL base deve comprovar o calendário desses meses; se a informação estiver incompleta, a preparação é bloqueada antes da execução. O RELGNL atualiza a geração desse horizonte completo.
As opções RELGNL e BENGNL aceitam cadência mensal ou semanal. Na semanal, cada comando do relatório é associado a uma semana do mês; se a associação for ambígua, a montagem é bloqueada. Nesse caso, escolha outro relatório ou use Substituição de DADGNL.
Hidrologia: PREVS, VAZOES.DAT e GEVAZP
Na aba Hidrologia, três seções definem as vazões do DECOMP.
Prevs da rodada. Em Origem, escolha Usar Prevs do deck da rodada
ou Escolher Prevs no Git. Para o Git, informe o arquivo em Prevs de
origem no Git. Com a origem no Git, a falta do PREVS nos arquivos do deck
deixa de ser pendência: o Portal confere o arquivo escolhido na versão fixada.
Ao adicionar sensibilidades, escolha o PREVS de cada uma no Git; o nome da
cópia é definido pelo Portal.
Também é possível arrastar um arquivo para a área de Prevs da rodada ou
usar Selecionar arquivo do computador. O Portal valida sequencial inteiro,
posto e seis vazões semanais, sem exigir ordem ou consecutividade do sequencial.
Rejeita arquivo vazio ou binário, postos não positivos e vazões negativas ou
não finitas, e limita o tamanho a 2 MiB. O arquivo enviado é guardado no
repositório arquivos da sua organização e fica como rascunho até você clicar
em Salvar alterações. Se o envio falhar, a origem atual continua valendo;
Desfazer alteração descarta a escolha, mas o arquivo enviado continua
disponível no Git.
VAZOES.DAT. É o histórico de vazões usado pelo GEVAZP:
| Opção | Efeito |
|---|---|
| Atualizar VAZOES.DAT com Prevs da trilha | Mantém o histórico da trilha e acrescenta, para cada mês necessário até o mês anterior à rodada, o último PREVS das rodadas anteriores da trilha. |
| Escolher VAZOES.DAT no Git | Usa o VAZOES.DAT escolhido como novo histórico desta rodada. As rodadas seguintes da trilha partem dele e voltam a atualizar com PREVS. |
A atualização usa somente os PREVS da própria trilha e da organização do estudo; o Myria não busca um PREVS em outra trilha nem em outra organização. Se o PREVS de um mês ainda não existir, a rodada é criada, mas só pode executar depois que o arquivo estiver disponível. Um PREVS com referência, competência ou conteúdo inválido bloqueia a montagem.
Deck GEVAZP. Com Escolher pasta ou ZIP no Git, escolha no catálogo
oficial org-myria/decks_ons/gevazp a pasta YYYYMM do PMO ou o arquivo ZIP.
A versão do executável GEVAZP fica em Execução; Padrão da organização
usa a versão definida no perfil da organização.
O GEVAZP gera o vazoes.rvN da rodada a partir do PREVS e do deck GEVAZP. Os
erros abaixo aparecem ao executar a rodada:
| Código | Causa | O que fazer |
|---|---|---|
decomp_hydrology_prevs_required | A rodada não tem PREVS definido. | Escolha a origem em Prevs da rodada. |
decomp_hydrology_gevazp_base_required | A rodada não tem deck GEVAZP. | Escolha a pasta ou o ZIP em Deck GEVAZP. |
decomp_hydrology_preflight_unavailable | As vazões geradas não puderam ser conferidas antes da execução. O Myria não usa um vazoes.rvN antigo no lugar delas. | Confira o PREVS, o deck GEVAZP e a versão do GEVAZP e salve de novo. |
decomp_hydrology_calendar_unavailable | O calendário da rodada não pôde ser lido do deck ao preparar as vazões. | Confira o DADGER do deck base. |
Enquanto o GEVAZP ainda está gerando as vazões, a espera não aparece como alerta do VAZOES.DAT; a prontidão da execução continua sendo verificada.
EARM inicial
Na aba EARM inicial, escolha primeiro a fonte dos volumes em EARM Base e depois, se quiser, o ajuste em Alteração de EARM Base. São decisões separadas: trocar a fonte não aumenta nem reduz o armazenamento.
Para DECOMP, a fonte é:
- Encadear da rodada anterior: usa os volumes do resultado do DECOMP
anterior na data de início desta rodada. O Myria prioriza o
SUMARIOe confere o calendário e a cobertura das usinas; - Informar bloco UH: usa um arquivo com o bloco UH escolhido no Git. O arquivo fornece só os volumes; os demais dados das usinas continuam os do deck.
Se o DECOMP anterior for um deck externo, escolha em Versão do DECOMP anterior entre Versão atual e Mais recente. Mais recente é fixada na versão disponível no momento em que você salva.
No topo da aba, Volumes fixados pelos Cards lista as usinas cujo volume
inicial a base ou um Card fixa (volume_inicial), com o valor e a origem.
Essas usinas ficam fora da escala das metas; a meta do grupo é atingida
ajustando as demais. Veja Volume inicial das UHEs.
Alteração de EARM Base
Em Alteração de EARM Base, escolha:
- Manter EARM Base: usa os volumes da fonte, sem ajuste;
- Multiplicar por Fator;
- Ajustar em pontos percentuais;
- Fixar Reservatório: define o armazenamento desejado.
Aplique o ajuste por subsistema ou por REE, sem repetir o mesmo reservatório em dois ajustes. Use Adicionar ajuste para incluir grupos e Salvar ajuste para gravar. Em rodadas pareadas NEWAVE e DECOMP, você pode aplicar o mesmo ajuste na rodada pareada. Manter EARM Base remove o ajuste, mas não troca a fonte.
O ajuste é aplicado sobre a fonte a cada preparação da execução, sem se acumular entre tentativas. Os Cards que também alteram EARM aparecem listados na aba. Abrir a aba não altera arquivos. Uma fonte pendente pode ser corrigida na própria rodada, sem recriar o estudo.
Se os volumes foram editados diretamente no Git, a aba mostra Personalizado no deck. Esse estado descreve uma edição encontrada nos arquivos; não é uma opção para rodadas novas.
Rodadas NEWAVE
NEWAVE base
Em Montagem do deck, a seção NEWAVE base mostra o deck de origem. Quando a troca é permitida, use Trocar NEWAVE base ou Escolher no Git e confirme a nova montagem dos decks.
Hidrologia: VAZPAST
Na aba Encadeamento, o grupo Hidrologia contém a seção VAZPAST:
| Opção | Efeito |
|---|---|
| Atualizar VAZPAST anterior com PREVS da rodada anterior | Atualiza o VAZPAST.DAT com o PREVS do DECOMP anterior. |
| Escolher VAZPAST no Git | Usa o VAZPAST.DAT escolhido. |
| Usar VAZPAST do NEWAVE base | Mantém o VAZPAST.DAT do deck base. |
Com o PREVS da rodada anterior, a montagem usa provisoriamente o VAZPAST da base e, ao preparar a execução, o Myria fixa o PREVS do DECOMP anterior. Não é preciso esperar o DECOMP anterior executar quando o PREVS já está fixado. Se o PREVS faltar ou for inválido, a execução é bloqueada; o Myria não troca por outro VAZPAST.
GNL: ADTERM
No grupo GNL, a seção ADTERM oferece:
| Opção | Efeito |
|---|---|
| Atualizar ADTERM com GNL do DECOMP anterior | Usa os resultados de GNL do DECOMP anterior. Tenta RELGNL e depois BENGNL; a rodada espera os resultados desse DECOMP. |
| Rolar ADTERM do NEWAVE base | Rola o ADTERM.DAT do deck base para o mês da rodada. |
| Escolher ADTERM no Git | Usa o ADTERM.DAT escolhido. |
Se o DECOMP anterior não tiver resultados de GNL, a rodada não passa automaticamente para a rolagem: escolha outra opção.
O DECOMP anterior pode ser uma rodada do estudo concluída ou um deck externo em um commit fixo. Para um deck externo, VAZPAST e ADTERM oferecem Versão atual ou Mais recente (fixada ao salvar); a versão mais recente é fixada ao salvar e precisa apontar para o mesmo deck DECOMP.
No incremento mensal (M+), o novo NEWAVE já vem configurado para atualizar o VAZPAST com o PREVS do DECOMP anterior do estudo, mesmo antes de ele executar, e para usar o GNL desse mesmo DECOMP no ADTERM, aguardando os resultados.
EARM inicial
A fonte da EARM do NEWAVE é:
- Encadear do DECOMP anterior: usa os volumes do resultado do DECOMP anterior;
- Informar CONFHD manualmente: usa um
CONFHD.DATescolhido no Git, que precisa cobrir as usinas do deck.
A Alteração de EARM Base e a lista Volumes fixados pelos Cards funcionam como no DECOMP.
Arquivos obrigatórios
Um deck NEWAVE pode ser montado com um PREVS opcional ainda pendente, mas isso
não dispensa os arquivos obrigatórios. Um ARQUIVOS.DAT vazio, um arquivo de
entrada ausente ou apenas a cópia .bak de um arquivo bloqueiam a execução. O
Myria repete essa conferência no pacote final, antes de enviar a rodada ao
servidor. Montagem concluída não significa que o NEWAVE já rodou.
Execução
A aba Execução reúne:
- Versões dos executáveis: a versão do NEWAVE, DECOMP ou DESSEM e, no DECOMP, a do GEVAZP. A marca (padrão) indica o padrão da organização.
- Tentativas de tratamento de inviabilidades (DECOMP e DESSEM): um inteiro de 1 a 20.
- Arquivos de cortes (DECOMP), descritos em Arquivos de cortes.
Em rodadas DESSEM, a aba também mostra a Função de custo futuro, escolhida com Escolher FCF no Git.
No DESSEM, o número de tentativas inclui a primeira execução; o padrão é 5 e o valor 1 desliga o tratamento automático. A cada tentativa, o Myria lê os relatórios do DESSEM e, quando eles confirmam a causa da inviabilidade, relaxa somente o limite ou a taxa da restrição no período afetado. Os ajustes valem para a execução e não alteram o deck no Git.
O tratamento automático cobre:
- limites operativos de vazão e potência, inclusive combinações lineares com fatores negativos, e limites de cota e volume;
- limites instantâneos de volume final com um elemento, com coeficiente positivo ou negativo; a folga é convertida para volume físico;
- rampas instantâneas, inclusive de volume final (em percentual do volume útil por hora, considerando as alterações cadastrais do deck) e rampas absolutas de cota (em metros por hora, inclusive taxa zero); o volume inicial é preservado;
- rampas médias por janela de turbinamento, vertimento, desvio, vazão defluente, bombeamento ou geração, ajustadas no bloco completo;
- limites de vazão ou geração por média diária ou semanal, no dia civil ou na semana operativa afetada; a primeira semana considera a média histórica anterior à rodada;
- R11, quando o ajuste em cota é confirmado: o limite horário muda no período afetado, e o limite diário, único para o horizonte, fica registrado no diagnóstico. Se o novo limite horário ultrapassar o diário, este também sobe até o mínimo necessário para manter uma entrada aceita pelo DESSEM; o diagnóstico distingue essa adequação do ajuste medido nas folgas;
- retiradas de água positivas não atendidas: a retirada é reduzida no período ou, quando o déficit supera a retirada, a rampa de redução de volume ou o limite mínimo de volume final que impede o atendimento é relaxado, desde que o balanço hídrico seja consistente e o volume previsto fique dentro dos limites do reservatório;
- limites absolutos de redução de cota, quando a causa é comprovada em volume;
- restrições elétricas especiais com usinas hidráulicas (inclusive conjuntos de máquinas com o mesmo fator de participação), térmicas, intercâmbios, contratos, renováveis e demandas especiais, e rampas de restrições RE;
- limites e rampas de contratos de importação/exportação, preservando preços e energia anterior.
- rampas pontuais em janelas (T3) de turbinamento ou geração, absolutas ou relativas, inclusive janelas que compartilham períodos;
- limites compostos de volume e de cota com vários reservatórios, inclusive limites de períodos futuros afetados pela correção;
- mínimos de vazão em usinas sem armazenamento que causam retirada negativa;
- cortes de LPP sobre restrições elétricas (constantes ou dependentes da carga de um submercado ou do SIN, com uma ou várias regiões) e tabelas TABSEG que dependem da carga;
- limites térmicos operacionais agregados (UT), sem alterar capacidade, rampas, partida/parada ou estado inicial;
- reserva mínima de potência por área, reduzida somente no período afetado.
Restrições físicas, como balanço hídrico, função de produção hidrelétrica, evaporação e volume morto, não são relaxadas: aparecem no diagnóstico com o motivo. Se o deck não convergir depois da última tentativa, a rodada termina como não convergida e o dia seguinte da trilha é rolado a partir dela.
Ficam para revisão manual: rampas relativas de cota, janelas de volume, dias incompletos, semanas sem fechamento, limites que mudam dentro da média, restrições da rede física, restrições condicionais, conjuntos de máquinas sobrepostos e qualquer caso em que os relatórios não confirmem a causa ou divirjam entre si.
Os ajustes usam os IDs, períodos e valores do próprio deck e respeitam a largura de cada campo, arredondando no sentido que alivia a restrição. A execução para quando converge, chega ao limite de tentativas ou não encontra um ajuste possível.
As mudanças dessa aba valem para a próxima tentativa.
DADVAZ da rodada DESSEM
Na aba Hidrologia de uma rodada DESSEM, escolha a origem do DADVAZ da rodada: Usar DADVAZ rolado, Usar DADVAZ da TOK (com integração configurada) ou Escolher DADVAZ no Git ou enviar arquivo. No modo manual, informe o caminho do arquivo, use o seletor Git ou envie/arraste um arquivo do computador. O upload prepara uma fonte no Git; Salvar alterações aplica essa fonte ao deck da rodada.
O arquivo deve corresponder à data operativa mostrada no modal e ter até 2 MiB. Fontes inválidas não substituem o DADVAZ aplicado. O ícone Tempo OK indica uma fonte TOK aplicada. Novos D+ preferem o mapa TOK mais recente compatível; sem mapa disponível, usam a rolagem. Para voltar às vazões da rolagem após qualquer troca, selecione Usar DADVAZ rolado e salve.